Fluorômetro subaquático DIVING-PAM-II com espectrômetro em miniatura

Referência
DIVING-PAM-II
Marca
Walz

O lançamento do fluorômetro submarino DIVING-PAM iniciou a era da análise da fluorescência PAM de organismos fotossintéticos em seu habitat natural. O fluorômetro subaquático de segunda geração, o DIVING-PAM-II, completa essa era com a mais recente tecnologia.

O DIVING-PAM-II usa exclusivamente LEDs como fontes de luz internas, o que permite a temporização exata dos processos de comutação e evita o superaquecimento por iluminação contínua. Um sensor PAR integrado registra continuamente a intensidade da luz interna, e uma tela P/B de baixo consumo mostra os dados e as configurações de forma numérica e gráfica.

O que mede

  • Fluorômetro de clorofila

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DIVING-PAM-II

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Visão geral

O sistema DIVING-PAM-II inclui o espectrômetro em miniatura MINI-SPEC, que mede os espectros de PAR, que variam significativamente com a profundidade da água. O PAR externo total é calculado automaticamente. O espectrômetro também permite a análise espectral da emissão de fluorescência e da refletância da amostra.

Propriedades excepcionais do DIVING-PAM-II

  • Pacote de sistema com espectrômetro subaquático
  • Alcance operacional de até 50 m de profundidade de mergulho
  • Sensor PAR interno
  • Luz vermelha ou azul, mais vermelho distante (far-red)

Fluorômetro subaquático DIVING-PAM-II

Características gerais do DIVING-PAM-II

O fluorômetro DIVING-PAM-II, em forma de cilindro, é aprovado para profundidades de água de até 50 m. Sensores avançados registram pressão e temperatura. Um LED de alta potência é usado para luz actínica e pulsos de saturação, e um LED de vermelho distante (far-red) faz a excitação específica do PS I. Uma fibra óptica comprovada conecta a amostra ao DIVING-PAM-II. Todos os parâmetros relevantes da análise de pulso de saturação são calculados automaticamente.

Uma tela transfletiva exibe os dados de pulso de saturação e os dados cinéticos. Apenas 10 interruptores de reflexão infravermelha controlam a exibição dos dados e as configurações. O DIVING-PAM-II também pode ser operado por um computador Windows, e há cabos submarinos para experimentos de longo prazo controlados pelo computador. A LAN sem fio permite um download de dados prático.

A bateria dura mais de 1 300 medições de rendimento do PS II, e a memória flash interna guarda mais de 27 000 análises de pulso de saturação. O sistema inclui, entre outros itens, um cabo subaquático de 5 m, o software WinControl-3 e uma caixa de transporte robusta para uso externo. Em ambiente seco, os acessórios do fluorômetro MINI-PAM-II podem ser operados pelo DIVING-PAM-II.

Versões azul e vermelha (DIVING-PAM-II/B e DIVING-PAM-II/R)

As duas versões se distinguem pela cor da luz do LED principal. A versão azul (DIVING-PAM-II/B) tem um LED azul com emissão máxima em torno de 475 nm; na versão vermelha (DIVING-PAM-II/R), ele é substituído por um LED vermelho com máximo em torno de 655 nm. Ambas têm um segundo LED, de vermelho distante, com emissão máxima acima de 700 nm, para a excitação específica do fotossistema I.

A outra diferença é a janela espectral de detecção da fluorescência: a versão azul detecta a fluorescência em comprimentos de onda > 630 nm, e a vermelha, em comprimentos de onda > 700 nm.

Qual versão escolher

  • Sensibilidade: com a faixa de detecção mais ampla, a versão azul é mais sensível que a vermelha. Em amostras com muita clorofila, porém, boa parte da fluorescência de comprimento de onda curto é reabsorvida pela clorofila, e a vantagem da versão azul fica pequena.
  • Cianobactérias: as cianobactérias costumam absorver mal no azul; por isso, nesses estudos, normalmente se prefere a versão vermelha, já que a azul apresenta baixa relação sinal/ruído com cianobactérias.
  • Excitação do LHC II: a luz actínica azul excita a banda larga de comprimento de onda curto do principal complexo de captação de luz do fotossistema II de plantas superiores e algas verdes (LHC II); a luz vermelha excita a banda de comprimento de onda longo. Se a excitação do LHC II for importante, a versão azul pode ser vantajosa.
  • Fotorreceptores de luz azul: a luz azul é absorvida por fotorreceptores que podem estimular respostas como a relocalização dos cloroplastos em plantas superiores, o que pode afetar o sinal de fluorescência ao alterar a eficiência da luz.

Folheto

Folheto do DIVING-PAM-II (PDF)

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