Condutividade e salinidade

Sensor/transmissor de condutividade série STs com saída 4-20 mA

Referência
STs4102

A pHionics combinou um sensor de condutividade e um de temperatura em um único dispositivo compacto, isolado, de 2 fios e 4-20 mA, com durabilidade e precisão excepcionais. O eletrodo de 4 células, com proteção desmontável, é fácil de limpar e evita problemas comuns, como a polarização e o acúmulo de detritos, que de outra forma interfeririam nas medições de condutividade, salinidade ou sólidos totais dissolvidos.

A saída de 2 fios e 4-20 mA permite a conexão fácil a qualquer registrador de dados analógico, controlador ou PLC.

O que mede

  • Condutividade
  • Temperatura

Preço sob consulta

Baixar ficha técnica (PDF)

Sem cadastro. Você revisa a lista e envia quando quiser.

STs4102

Na dúvida entre dois modelos?

Pergunte pelo WhatsApp
  • Saída (condutividade) 4-20 mA
  • Tipo de eletrodo 4 células
  • Tipo de transmissor 2 fios
  • Compensação automática de temperatura 2% por °C
  • Isolamento 600 VDC
  • Tensão de alimentação 8-40 VDC

Visão geral

O eletrodo é feito com Delrin® resistente a produtos químicos, o que permite à pHionics estender ao eletrodo a garantia de 2 anos. Com o devido cuidado, o eletrodo e o sensor/transmissor podem durar até 20 anos, com um valor a longo prazo significativamente melhor que o da concorrência.

Somadas ao pequeno diâmetro (0,75″ ou 19mm), que reduz os custos de instalação, as características dos sensores/transmissores STs da pHionics garantem uma medição precisa da condutividade e um excelente valor a longo prazo.

Para aplicações de registro de dados, a pHionics recomenda usar os dispositivos com o HOBO RX3000: veja o vídeo de como configurar o sensor STs com o registrador de dados HOBO RX3000.

Faixas de medição disponíveis

  • 0-100 µS/cm
  • 0-200 µS/cm
  • 0-500 µS/cm
  • 0-1000 µS/cm
  • 0-2000 µS/cm
  • 0-5000 µS/cm
  • 0-10 000 µS/cm
  • 0-20 000 µS/cm
  • 0-50 000 µS/cm
  • 0-100 000 µS/cm

Aplicações

  • Monitoramento de águas subterrâneas
  • Intrusão de água salgada
  • Escoamento agrícola
  • Contaminação por mineração
  • Controle de efluentes industriais
  • Tratamento de águas residuais
  • Aquicultura

Redução de ruído

De riachos cristalinos, atingidos apenas por frequências de rádio, a estações de tratamento de águas residuais cercadas por maquinário pesado, pode haver ruído de fundo e interferência em qualquer lugar. O condicionamento de sinal remove o ruído de fundo (modo comum) da medição para garantir alta precisão. O sinal também passa por um amplificador diferencial, que o reforça antes de percorrer um cabo de par trançado e blindado, que protege o sinal amplificado de 4-20 mA até o registrador de dados ou o controlador.

Os transmissores típicos de 2 fios são relativamente fáceis de configurar, mas uma ligação errada pode danificar o transmissor ou o controlador, com custo alto. A série STs evita esses danos com uma proteção de entrada reversível: os dois fios de cada parâmetro podem ser invertidos sem problemas de funcionamento. Além disso, todas as peças, inclusive o cabo, são rápidas e fáceis de substituir, sem nenhuma ferramenta especial. Isso reduz o tempo e os custos de manutenção, especialmente quando um dano no cabo exigiria, de outra forma, a troca completa de sensores e transmissores tradicionais.

Sistema de isolamento

O sistema de isolamento elimina a interferência do laço de terra, o que economiza tempo e dinheiro na solução de problemas, e evita danos à eletrônica conectada em caso de picos de energia de até 600V. Isso permite usar a série STs em aplicações de controle de processo sem se preocupar com diferentes potenciais de aterramento da solução ou da superfície de montagem. Há ainda o benefício de proteger os dispositivos conectados e as pessoas, se expostos a grandes correntes causadas por máquinas danificadas ou fiação inadequada.

Baixo consumo de energia

Sensores e transmissores de outros fabricantes normalmente consomem, além do sinal de 4-20 mA, de 3-15 mA adicionais para alimentar os dispositivos. A pHionics usa apenas a corrente necessária para o sinal, o que permite aos dispositivos da série STs funcionar de 60% a 375% mais tempo com a mesma bateria. A série STs também requer apenas 8 VDC e tem um tempo de ligação de três segundos, o que reduz ainda mais o consumo de energia.

Instalação

O sensor/transmissor e o cabo podem ser submersos em qualquer corpo de água a aproximadamente 100 psi ou montados em um poço tranquilizador ao longo de um rio, para evitar que o transmissor seja arrastado pelas correntes e bata em pedras soltas. Eles podem ficar suspensos livremente pelo cabo reforçado com Kevlar ou ser montados de forma permanente em uma torre de resfriamento, um tanque de processo ou um poço de esgoto. O sensor/transmissor pode ser montado de forma inserida ou submersa simplesmente colocando um prensa-cabo de 3/4″ MNPT (compressão) na posição desejada. A montagem em linha também é possível com a opção de conector DIN MNPT de 1″, que substitui a montagem do cabo.

Em aplicações de submersão, a melhor posição para o prensa-cabo é entre os travessões do sensor, com as roscas voltadas para a extremidade do cabo. Para os melhores resultados, porém, o prensa-cabo deve ser montado em direção à extremidade do cabo da caixa do transmissor, o que permite que a saída de temperatura e a compensação de temperatura alcancem os melhores resultados.

Aperte a conexão até que ela prenda firmemente o sensor, sem apertar demais nem forçar as anilhas, o que pode danificar as vedações. A conexão é então rosqueada e vedada em uma conexão fêmea de 3/4″ NPT acoplada a um trecho de tubo que se estende até o comprimento desejado para monitorar ou controlar um processo em um tanque ou poço, por exemplo. O material escolhido deve ser compatível com a solução em que ficará submerso; um tubo de PVC barato de 3/4″ funciona bem na maioria das aplicações.

A conexão também pode ser rosqueada e vedada em um adaptador de 3/4″ por 1-1/2″, para uso em um tê de 1-1/2″ ou em um adaptador de tanque que se estende até o comprimento desejado para monitorar ou controlar um processo em um tanque ou tubo, por exemplo. O material escolhido deve ser compatível com a solução com que terá contato. Para a maioria dos parâmetros (exceto condutividade e temperatura), a extremidade do sensor/transmissor deve ficar inclinada pelo menos trinta graus abaixo do cabo, para evitar o aprisionamento de ar nas soluções de referência ou no eletrodo de medição. Verifique se a carcaça de aço inoxidável está em contato com a solução medida; caso contrário, os amplificadores diferenciais não funcionam corretamente e as medições parecem irregulares.

Em aplicações de inserção, tenha extremo cuidado ao inserir ou remover o sensor/transmissor: 100 psi podem transformá-lo em um projétil letal, arrancando condutos das paredes, além de causar ferimentos graves ou morte por trauma ou por contato com a solução. A pHionics não se responsabiliza nem dá garantia para aplicações de inserção; proceda com cautela.

Em muitas aplicações de inserção, a opção de conector pHiDIN simplifica uma instalação segura e de fácil manutenção. O conector tem uma conexão de 1″ NPT em PVDF, compatível com a maioria das aplicações industriais (não todas; consulte as tabelas de compatibilidade química), e um conector DIN comum, que pode ser ligado com cabo de instrumentação de baixo custo e conduto flexível. A profundidade de inserção é de aproximadamente 12,75 pol. ou 32,39 cm. A configuração mostrada aproveita as conexões NPT de 1-1/2 polegada, populares e, portanto, baratas, que permitem remover ou inserir o sensor/transmissor com facilidade e segurança. Essa união custa uma ordem de grandeza menos que muitas das montagens comerciais exigidas por sensores industriais convencionais.

Recursos

Produtos relacionados

O que você precisa medir?

Compartilhe sua aplicação com a HenSistemas.